segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Os problemas do álcool mais comuns

Consumo excessivo de álcool é o tipo de problema mais freqüentemente bebendo praticada por jovens na faixa etária de 18-21 anos de idade. Dentro desta idade as bebedeiras do grupo é mais prevalente entre os estudantes universitários do que os não-estudantes. Os pesquisadores geralmente definem o consumo excessivo de álcool como o consumo de cinco ou mais bebidas de uma só vez para o sexo masculino e três ou mais bebidas de uma só vez para as mulheres. Bebedores binge nos campi universitários são mais propensos a danos à propriedade, têm problemas com as autoridades, faltam às aulas, ter ressacas, e lesões experiência do que aqueles que não. Estudantes que vivem em campus com altos índices de consumo excessivo de álcool experiência mais incidentes de agressão e avanços sexuais não desejados do que os estudantes nos campi com menores taxas de consumo excessivo de álcool.

Abuso de álcool muitas vezes resulta em ausência de, e desempenho prejudicado em, escola e no trabalho, negligência de cuidados de criança ou responsabilidades familiares, as dificuldades legais e consumo de álcool em circunstâncias fisicamente perigosas, como enquanto estiver dirigindo. Indivíduos que abusam do álcool pode continuar a beber apesar de saber que a bebida faz com que eles recorrentes e importantes problemas sociais, interpessoais ou legal.

Dependência do álcool é uma doença crônica e progressiva, muitas vezes, que inclui uma forte necessidade de beber apesar das repetidas problemas sociais ou interpessoais, tais como perda de um emprego ou deteriorar as relações com amigos e familiares. Dependência do álcool geralmente tem um curso previsível, sintomas reconhecíveis, e é influenciado por uma complexa interação de genes, fatores psicológicos, tais como a influência de familiares e amigos, eo efeito da cultura sobre o comportamento de beber e atitudes. Os cientistas estão cada vez mais capaz de definir e compreender os fatores genéticos e ambientais que tornam um indivíduo vulnerável ao alcoolismo.

Você tem um problema com álcool?

Responder a estas 20 perguntas lhe dará uma idéia se seus padrões de consumo são seguros, de risco ou nocivas. Seja honesto com você mesmo, você só vai ver os resultados do seu teste e você só pode se beneficiar se as suas respostas estão corretas.

O Alcoolismo

Quais são os diferentes tipos de problemas de álcool?
 
Resposta: É importante notar que os problemas do álcool ocorrem ao longo de um continuum de gravidade. O alcoolismo termo geralmente se refere ao abuso ou dependência de álcool. Dependência do álcool é o problema com o álcool mais grave e, normalmente, consiste em pelo menos três dos sete sintomas experimentados dentro de um ano. Estes sintomas incluem repetidas tentativas frustradas de parar ou reduzir, a necessidade de aumento da quantidade de álcool (tolerância), ou sintomas de abstinência após a interrupção do consumo (dependência física).
Muitos outros tipos de problemas de álcool não implicam dependência do álcool, mas são, no entanto, prejudicial em seu efeito sobre uma pessoa é o trabalho, saúde e relacionamentos. Além disso, problemas com o álcool de menor gravidade muitas vezes pode progredir para o alcoolismo se não tratada.
 

domingo, 22 de agosto de 2010

Comissão do Senado proíbe justa causa em situação de alcoolismo

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (4) um projeto que proíbe a demissão por justa causa de trabalhadores dependentes de álcool. A demissão só será permitida se o dependente recusar tratamento. Como tem caráter terminativo, o projeto segue direto para a Câmara dos Deputados.

Atualmente, o alcoolismo é considerado uma das causas para demissão por justa causa na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). O mesmo vale para os servidores públicos.

O autor do projeto, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), argumenta que a legislação deveria ter evoluído para tratar o tema como uma doença. “O alcoolismo, já há tempos, deixou de ser tido na conta de uma falha moral e foi reconhecido como a severa e altamente incapacitante moléstia que realmente é. No entanto, a legislação social brasileira não acompanhou essa evolução”.

O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos da União (RJU) e o Plano de Benefícios da Previdência Social para criar novos parâmetros de demissão do trabalhador dependente de bebida alcoólica.

Na CLT, a proposição exclui a embriaguez habitual como motivadora de justa causa. O RJU passará a prever que o servidor alcoólatra não seja demitido se apresentar os sintomas de absenteísmo e o comportamento incontinente e insubordinado, comuns em casos de dependência. Já o Plano de Benefícios da Previdência, pelo projeto, garantirá, ao empregado que tenha recebido auxílio-doença em razão de sua dependência ao álcool, estabilidade provisória no emprego por 12 meses após o término do benefício.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Álcool e atividade física

O consumo excessivo de álcool é uma grande ameaça ao bem-estar, agravando problemas sociais, contribuindo para grande parte dos acidentes de trânsito, levando a comportamentos de risco e perda de produtividade.
Para atletas, além disso, o álcool não faz parte de um estilo de vida compatível com o alto rendimento, pois prejudica o desempenho, já que ocasiona perda de concentração, coordenação, fadiga e desidratação.
Perigos do álcool. Ao consumir uma bebida alcoólica as primeiras sensações são de euforia, conversa solta. À medida que continuamos bebendo, o nível de álcool no sangue vai aumentando, afetando nosso raciocínio e julgamento, coordenação motora, controle e consciência, podendo, em situações extremas, levar ao coma e até a morte.
Danos a longo prazo. O consumo regular de quantidades consideráveis de álcool prejudica o fígado, o coração e o cérebro, provocando danos permanentes a estes órgãos. O excesso de álcool também pode causar diferentes tipos de câncer.
Efeitos do álcool sobre o cérebro. As células cerebrais são particularmente sensíveis à exposição excessiva ao álcool. O cérebro diminui, mesmo em pessoas que bebem moderadamente. A extensão da retração é proporcional a quantidade ingerida.
Abstinência, junto com uma boa nutrição, reverte alguma lesão cerebral, ou toda ela, se o beber em excesso não se estendeu por mais alguns anos. Contudo, beber além da capacidade de recuperar-se por períodos prolongados pode causar dano severo e irreversível à visão, memória, capacidade de aprendizado e a outras funções.
Qualquer um que tenha tomado uma bebida alcoólica experimentou um dos efeitos físicos causados pelo álcool: aumento da produção de urina. Isso acontece porque o álcool deprime a produção de hormônio antidiurético pelo cérebro. A perda de água corporal leva à sede. O único líquido que aliviará a desidratação é a água, mas, se as únicas bebidas disponíveis contiverem álcool, cada drinque pode agravar a sede. O “bebedor” inteligente, então, alterna as bebidas alcoólicas com escolhas não alcoólicas e usa as últimas para aplacar a sede.
A água perdida durante a depressão hormonal leva com ela minerais importantes, como o magnésio, potássio, cálcio e zinco, diminuindo as reservas do organismo. Esses minerais são vitais para o balanço hídrico e para a coordenação nervosa e muscular. Quando o beber acarreta perdas, os minerais devem ser repostos no dia seguinte para que as deficiências não se agravem.
O poder engordativo do álcool. As calorias do álcool devem ser consideradas como gordura na dieta, porque no organismo ocorrem interações metabólicas entre a gordura e o álcool. O organismo ao receber gordura e álcool, armazena a gordura e se livra do álcool tóxico queimando-o como combustível. O álcool pode promover armazenamento de gordura, particularmente na área abdominal central – a “barriga de cerveja”, observada nos consumidores moderados de álcool.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O que é o alcoolismo?

É fundamental que se saiba:


O Alcoolismo não é uma fraqueza de caracter, nem um vicio, mas sim uma doença.


O alcoolismo é caracterizado por uma dependência do álcool ( etanol ), do ponto de vista físico e psíquico.

O indivíduo dependente perdeu a liberdade de se abster no consumo de bebidas alcoólicas, não conseguindo controlar o seu consumo; a necessidade de beber ocupa os seus pensamentos, modificando o seu comportamento.

Considera-se que se trata de uma doença complexa, em que as causa são múltiplas:

no indivíduo: no plano biológico genético e psicológico;

no meio circundante: a nível social e a nível cultural.

A dependência do álcool conduz a uma necessidade física de beber, provocada pela falta de álcool. A isto bem juntar-se a necessidade psicológica de consumir: O indivíduo dependente tem a ideia de não conseguir viver sem álcool.

Alcoolismo na família

Se voçê conhece alguém que sofre por problemas ligados ao álcool, já se apercebeu, com certeza da gravidade das sua dificuldade.

O alcoolismo não atinge unicamente as pessoas dependentes do álcool, mas tem também repercussões na família, no seu conjunto, nas relações profissionais e privadas, assim como na sociedade em geral.

Há em Portugal cerca de 600.000 dependentes do álcool, e relacionados com estes, haverá cerca de 2.400.000 pessoas que vivem directa ou indirectamente as consequências da doença alcoólica.

Mas há, no entanto, soluções meios e pessoas que poderão ajudar os doentes alcoólicos e as suas famílias a sair dos seus problemas e reencontrar a esperança para todos.

O processo de resolução deste problema é constituído por 3 etapas:

Informação sobre a doença alcoólica;

Conhecimento e compreensão do papel de cada um no seio da família com problemas ligados ao álcool;

Procura de ajuda por si próprio e restantes elementos envolvidos no sistema família

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Como tratar o Alcoolismo

Há, atualmente, muitas formas eficazes de se tratar o alcoolismo. O método mais simples, para casos mais leves, é a realização de consultas periódicas com uma equipe multidisciplinar experiente (incluindo psiquiatra ou psicólogo) com o apoio da família, onde são discutidas as dificuldades de abandonar o vício e encorajados os esforços. Estudos mostram que este é um método eficaz em reduzir o uso do álcool, dependendo diretamente da freqüência das consultas.
Outro método muito eficaz são os grupos de auto-ajuda, particularmente os alcoólicos anônimos. Esses são baseados em variações do programa de 12 passos, além de reuniões freqüentes. Os resultados dos AA são difíceis de avaliar, mas aproximadamente um terço permanece sóbrio de 1 a 5 anos, e um terço por mais que 5 anos.
Outro conceito diferente de grupo de apoio é o de "Consumo Controlado", onde recomenda-se o uso em doses adequadas da bebida. A principal diferença é que no primeiro o alcoólatra tem que reconhecer que é incapaz de controlar a própria vida, no segundo afirma-se que o alcoólatra deve retomar esse controle.
Casos mais sérios devem ser acompanhados por psiquiatra para tratamento psicoterápico e medicamentoso. Muitos alcoólatras apresentam distúrbios psiquiátricos que necessitam de tratamento, e outros sofrem de sintomas de abstinência quando param de beber, conseqüência da dependência física do álcool. Geralmente, não é necessária internação para desintoxicação, pois a eficácia não é maior. No entanto, certos casos devem obrigatoriamente ser internados.